Faca Gaúcha Bicuda
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O ACERVO DO CAÇADOR
Peças únicas, aços raros e a cultura da cutelaria — um acervo vivo, guiado por um colecionador. Nada à venda aqui: as peças acontecem no clube.
— 248 peças · 6 tipos · 8 temas —
SALA PRINCIPAL
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Bem-vindo à sua nova roda de facas.
Algumas centenas de apaixonados numa roda só — o pessoal diz que é o melhor grupo de cutelaria do Brasil. Gente que sabe a diferença entre 1070 e damasco de 300 camadas: a conversa é construída em torno da peça, não do algoritmo.
As peças aparecem primeiro lá. Quem chega antes, escolhe antes.
É grátis, é no WhatsApp, e você sai quando quiser.
ARQUIVADA Picanheira Long Horn 10 Polegadas com Abridor
ARQUIVADA Picanheira São Paulo Futebol Clube
ARQUIVADA Faca Custom USA Army AS PRIMEIRAS DO ACERVO — HOJE, AS PEÇAS SAEM PRIMEIRO NO GRUPO
O ARQUIVO
Logo nas primeiras facas desembainhadas nessa visita, o colecionador revela que usa a mesma shashimi há 20 anos, já garantiu uma réplica idêntica dela e ainda mantém anotada a especificação de cada peça — prova de que colecionador de verdade não confia só na memória.
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Na oficina do mestre cuteleiro Thagão, Wagner Belucci flagra a aula que muita gente procura no YouTube sem nunca aplicar: como alinhar o fio de uma faca gastando quase nada, e por que todo aço carbono — do mais simples ao mais elaborado — vai oxidar, sem exceção.
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No meio do forjamento de uma faca hunter com pomo de caveira personalizado, Wagner Belucci acompanha de perto o cuteleiro Thiago em cada ciclo de recozimento e têmpera, direto da bigorna ao balde de óleo diesel.
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A yanagiba nasceu no período Edo (1603–1868) para resolver algo que nenhuma faca da época fazia: fatiar sashimi sem esmagar a fibra do peixe.
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Nesta visita registrada por Wagner Belucci, um facão sem cabo, feito com mangueira de bombeiro de 1964, e uma katana de 89 cm em aço carbono dividem a mesma bancada com peças folhadas a ouro 24k.
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Na sexta parte da série ao lado do sushiman Jeff, Wagner Belucci flagra a lição definitiva: no corte do sashimi, a Yanagiba nunca trabalha sozinha.
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ACERVO · AÇOS · HISTÓRIAS
QUEM GUARDA O ACERVO
Wagner Belucci · Colecionador e caçador de relíquias
O nome veio de "Caçadores de Relíquias" — e é exatamente isso. Wagner Belucci não vende facas: ele as caça. Peças raras, únicas, carregadas de história e de emoção, que passam pelas mãos dele antes de encontrar quem vai guardá-las.
Do aço carbono à lâmina japonesa, da picanheira de churrasco à katana de exposição — cada peça do acervo é escolhida pelo que carrega: técnica, material, assinatura e história. A referência de exigência tem nome: a cutelaria artesanal de mestres como Ricardo Villar.
Porque depois de 5.000 vídeos, uma faca nunca é só uma faca.
CONHEÇA A HISTÓRIAA RODA
Porque no churrasco de domingo, uma faca nunca é só uma faca.
Obrigado a cada caçador que manda foto da peça que chegou, conta a procedência de uma relíquia de família e ensina o que aprendeu na bancada. No papel o acervo é de um colecionador só; na prática, é de uma roda inteira.
As fotos dos caçadores entram nesta parede assim que chegarem.